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Presidente da ADEPOL acredita que as práticas restaurativas podem contribuir com o trabalho da Polícia Civil do Amapá

claudionor 1O delegado de polícia Claudionor Soares, pela terceira vez presidente da Associação dos Delegados de Polícia Civil do Amapá – ADEPOL – foi o entrevistado no programa radiofônico Nas Ondas do Judiciário – Um rio de informações, produzido pela Assessoria de Comunicação do Tribunal de Justiça do Amapá. Na ocasião o delegado defendeu a aplicação de práticas restaurativas no âmbito das delegacias de polícia, antes da instauração de inquéritos. Nesse sentido, afirmou que irá procurar o Poder Judiciário para propor parceria no intuito de capacitar agentes e delegados da Polícia Civil.

claudionor 2"Assim como vem dando certo em outros setores da sociedade brasileira, as práticas restaurativas como ferramenta de pacificação social devem ser adotadas pela Polícia Civil", ressaltou o delegado.  Ele acredita que uma delegacia também pode servir de base para atendimentos e mediações de conflitos a serviço da sociedade, que busca a polícia como primeira porta para resolver um problema gerado na comunidade. 

“Além de evitar a judicialização, esse caminho faz com que as delegacias dêem maior atenção aqueles casos de maior repercussão, considerando que o tempo que se leva para concluir o inquérito sobre uma ameaça, uma calúnia ou difamação é o mesmo que se leva para concluir um inquérito de tráfico de drogas, de homicídio”, exemplificou Claudionor.

Segundo ele, em sua base de formação como delegado de polícia teve contato com o conceito e a experiência de polícia comunitária, o que lhe ofereceu a possibilidade de ouvir as partes de uma ocorrência de pequeno porte e resolver ali na delegacia, utilizando as técnicas restaurativas e impedindo que os conflitos se transformassem em inquéritos e futuras ações judiciais.

Em 26 anos de atuação como delegado de polícia civil no Amapá, Claudionor Soares se orgulha de ser “um dos únicos senão o único delegado de polícia que nunca usou uma arma de fogo”. Mesmo tendo trabalhado em locais perigosos, e tendo ciência de que a arma é um equipamento necessário e indispensável na vida de um policial, ainda assim fez a opção de sempre utilizar mecanismos pacificadores em sua atuação.

- Macapá, 12 de Março de 2018 -

Assessoria de Comunicação Social
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