Comunicado

Por questões de economia e para melhor atender ao público externo, nesta sexta-feira (19 de julho), a Divisão de Telemática do Tribunal de Justiça do Amapá, irá realizar a instalação de novos equipamentos de telefonia no prédio do TJAP SEDE. 

Durante a ação todos os serviços de telefonia da área metropolitana (Macapá e Santana) ficarão indisponíveis, retomando apenas às 18 horas do mesmo dia.

Agradecemos a compreensão.

DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E TELECOMUNICAÇÕES DO TJAP

27 anos de dedicação e compromisso: em abril de 1992 os servidores aprovados no primeiro concurso do TJAP eram empossados

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Dedicação, comprometimento, empenho e superação. Palavras que representam bem a trajetória que há 27 anos vem sendo traçada pelos servidores aprovados no primeiro concurso público do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP). Em 22 de abril de 1992 foi empossada a primeira turma de serventuários, os pioneiros na história do TJAP. Nos meses seguintes, os demais aprovados eram empossados em clima de muita alegria e emoção. Naquele ano, 190 servidores assumiram o desafio de atuarem na edificação da Justiça do Estado do Amapá. Como primeiros auxiliares, técnicos e analistas, eles receberam a missão de abrir caminhos para os que viriam e, com muita responsabilidade, comprometimento e ética, o fizeram.

servidores1992 (32).jpgO presidente do TJAP, desembargador João Guilherme Lages Mendes, expressou seus cumprimentos aos servidores, que para ele são mais do que colegas de trabalho. “Rendo minhas mais sinceras e profundas homenagens aos colegas, amigos e parceiros de todas as horas. Honrados cidadãos e cidadãs servidores da Justiça do Amapá, que em 2019 comemoram 27 anos de dedicação à construção de cada pilar deste Poder, esteio inquebrável no tripé da Democracia”.

O decano do Tribunal de Justiça do Amapá, desembargador Gilberto Pinheiro, viu a Justiça crescer e, junto com ela, os serventuários do primeiro concurso. “Sempre falo de cada tijolinho que colocamos aqui construindo a Justiça do Amapá, e digo isso porque em nossa vida passamos mais tempo no trabalho do que em casa – digo até que me casei com a magistratura e muitos de vocêsservidores1992 (34).jpg dizem que se casaram com o emprego”, relatou. “Somos uma só carne, um só corpo. Quando batem em vocês atingem a nós também. Assim são os amigos”, concluiu.

A amapaense Nilce Maria Silva de Lima é da turma que tomou posse em 22 de abril de 1992. Técnica judiciária, desde o início de sua trajetória no Tribunal de Justiça atua na área de contabilidade, orçamento e finanças, o que a estimulou, anos depois, se formar em Ciências Contábeis. Ela relata emocionada que o concurso do TJAP foi uma bênção na sua vida em um momento em que precisava garantir o sustento da família.

servidores1992 (5).JPG“Eu não tinha condições financeiras de pagar a taxa de inscrição do concurso e não podia pagar um cursinho para estudar. Foi aí que apareceram dois anjos na minha vida. Ganhei de presente de um amigo o pagamento da taxa e de outro amigo algumas apostilas para estudar”, contou Nilce. Ela aproveitou com muita garra a oportunidade e conseguiu se inscrever no último dia do prazo, enfrentando uma fila enorme. Estudou muito e todo o esforço valeu a pena.

No TJAP, integrou comissões, atuou no cerimonial, como conciliadora, monitora em projetos e foi diretora do Departamento Financeiro entre 2009 a 2015. Todos os seus desafios foram grandes, mas Nilce destaca que o maior deles é a experiência como presidente do Coral do TJAP, onde também fez grandes amizades.

“É mais que um desafio profissional, é meu maior desafio como pessoa, como ser humano, e me trouxe muito crescimento interior. Cada pessoa é um universo, uma vivência e uma experiência, uma história, com suas lutas e suas dores. Foi maravilhoso e gratificante trabalhar com pessoas tão diferentes e ao mesmo tempo tão iguais a nós. A experiência no Coral me mostrou que não somos nada e, ao mesmo tempo, somos muito na vida das pessoas. Por tudo isso, eu adoro trabalhar aqui, sou muito grata a todos que passaram e passam pela minha vida. Posso dizer que construí uma carreira vitoriosa”, finalizou Nilce. 

servidores1992 (26).jpgVeridiano Ferreira Colares também é amapaense e, assim como Nilce, formado em Ciências Contábeis. Tão logo ingressou no TJAP por meio de concurso público para a função de Técnico Judiciário ocupou cargos de relevância. Exerceu por seis anos consecutivos a Direção-Geral do TJAP nas gestões dos desembargadores Dôglas Evangelista (2009 a 2011), Mário Gurtyev (2011 a 2013) e Luiz Carlos (2013 a 2015). Foi Diretor-Geral no Tribunal Regional Eleitoral-TRE/AP na gestão do desembargador Carlos Tork, no biênio 2015/2017; atuou ainda na Escola Judicial do Amapá, na gestão do desembargador João Lages, e em 1º de março deste ano assumiu o cargo de chefe de gabinete da presidência.

“Sempre tive a minha atividade respeitada por todos os magistrados, servidores e colaboradores. Não me canso de dizer que tenho prazer de fazer meu trabalho com dedicação e responsabilidade para todos. Agradeço imensamente a Deus pela benção de trabalhar nesta instituição. É o melhor acontecimento que trago no decorrer da vida, depois da minha família”, declarou Veridiano.

Algumas das virtudes que fazem deste pioneiro um dos mais conceituados e queridos na família TJAP, é a sua competência, aliada ao respeito e ao bom trato com magistrados e serventuários, sem falar do enorme respeito que as autoridades de outros poderes e instituições, conferem a Veridiano Colares.

servidores1992 (7).jpgAtualmente chefe de gabinete do desembargador Rommel Araújo, o servidor João Evangelista também está há quase três décadas no Judiciário. “Naquela época era tudo muito difícil e quando passei no concurso fui lotado em Laranjal do Jari, para onde até o acesso era complicado. Fui para a comarca me apresentar, de barco, porque o transporte terrestre era muito ruim”, lembrou. Em seu relato também a referência à simplicidade do lugar: “O Fórum era uma casinha de madeira e os jurisdicionados eram pessoas tão humildes que tiravam as sandálias na porta ao chegarem”.

servidores1992 (38).jpgEvangelista ressalta que os primeiros concursados “têm muita história para contar”. Oriundo de empresas privadas, o servidor diz que aos 29 anos entrou para o Judiciário, do qual se orgulha muito. “O Tribunal sempre procurou oferecer formas para que o servidor aprimore sua cultura. Eu fiz muitos cursos quando trabalhava no 1º Grau, sempre atuei em varas criminais, onde comecei esta relação de confiança e trabalho com o desembargador Rommel. Vejo nossa Justiça muito célere e com o diferencial de ir aos lugares mais distantes. Esse é o maior presente, finalizou.”

Nascida e criada no estado do Amapá, Rosilene Soares Santos é servidora no Juizado da Infância e Juventude - Área de Políticas Públicas e Execução de Medidas Socioeducativas. Antes do Judiciário entrar na sua história, ela morava na cidade de Tucuruí, no Pará, onde era empregada no setor privado. No período do concurso do TJAP ficou desempregada e retornou para o Amapá. Logo que chegou, soube do edital, estudou bastante e foi aprovada para o cargo de Técnico Judiciário.

Rosilene dedicou-se com afinco no trabalho por todos os setores por onde passou no Tribunal, entre eles a 1ª Vara Cível, onde começou suas atividades; a 3ª Cível, Central de Mandados, Vara de Família, trabalhou dez anos do setor de protocolo do TJAP e foi chefe de secretaria na 3ª Vara de Família. “O que eu não sabia, corria atrás para aprender”, disse. Ao lembrar que em breve irá se aposentar, declarou: “Vou sair de cabeça erguida, o que eu aprendi vou levar para o resto da minha vida. Vesti a camisa do Judiciário e tenho muito orgulho disso”.

servidores1992 (18).jpgKlezer Antônio Tenório Paiva, hoje Analista Judiciário do Juizado da Infância e Juventude, veio de Belém do Pará, mas já se considera amapaense de coração. “Estou aqui há muitos anos e quando começou a implantação do Estado do Amapá começaram a abrir concursos para todos os poderes, e eu vi nisso uma oportunidade para mudar para o Amapá”, disse.

servidores1992 (41).jpegA trajetória de Klezer no Judiciário é bem versátil. Ele começou no 1º Grau, lotado na 3ª Vara Cível e de Fazenda Pública, e assumiu vários cargos de chefia. Foi chefe de gabinete do desembargador Carmo Antônio de Souza e Diretor-Geral do TJAP também da gestão do desembargador Carmo Antônio. Em 2003, foi diretor do Tribunal Regional Eleitoral-TRE/AP, a convite do desembargador Gilberto Pinheiro, à época presidente.

O servidor considera o Tribunal de Justiça como a sua segunda casa. “Aqui fiz grandes amigos e faço até hoje, uns infelizmente já partiram para outro plano, outros colegas já estão aposentados, mas construímos uma grande amizade e isso me serviu de alicerce. Tudo que tenho hoje, em termos de experiência profissional, de bens materiais são as contrapartidas do meu trabalho”, afirmou.

servidores1992 (20).JPGNa Assessoria de Controle Interno (ASTECIN) do TJAP, todos os servidores são do primeiro concurso. A experiente equipe é formada por Marúcia da Costa Silva, Joseliane Santos Abrantes Simões, Manoel Ambrósio Vaz Vidal, Marco Antônio Tocantins Melo e Rilda da Graça Lobato. Muitas emoções já foram vividas por esses companheiros de trabalho.

“Quando entramos em exercício, foi um momento de muita alegria”, expressou o servidor Manoel Ambrósio Vaz Vidal, primeiro colocado no cargo de técnico em contabilidade. Assim como outros colegas do TJAP, o paraense veio para o Amapá especialmente para prestar o concurso. “Muitos dos colegas estavam iniciando com o primeiro emprego, estávamos muito contentes e felizes. Coisas maravilhosas aconteceram nesses anos”, disse.

O TJAP é como a segunda família de Manoel Vidal, onde se realizou na vida profissional e também construiu grandes amizades que ficarão para sempre na sua história. Ele aproveita para parabenizar os tantos colegas que fez ao longo desses 27 anos. “Desejoservidores1992 (9).jpg um parabéns especial a todos os meus colegas que entraram em 1992. O Tribunal foi um vetor de crescimento nas nossas vidas”, expressou.

E são inúmeras as histórias e exemplos de vida ao longo destes 27 anos. Emocionado o paraense Raimundo Nonato Tavares Nunes relembra sua trajetória até chegar aqui. Antes de iniciar a carreira como serventuário na Justiça amapaense, foi soldado do Exército e sargento da Aeronáutica. Com cinco amigos veio para o Amapá especialmente para prestar o concurso do Tribunal. Ao tomar posse foi lotado na Vara da Infância e da Juventude, onde também foi chefe de secretaria. Depois começou a trabalhar na sede do TJAP, onde está desde 2001. Hoje, Tavares é lotado no Serviço Social, uma extensão da Divisão de Acompanhamento de Pessoal. “Eu me sinto muito realizado profissionalmente. Adoro o Tribunal, aqui fiz muitas amizades. Alguns amigos já se foram, outros já se aposentaram. Todos deixaram muitas saudades”, disse emocionado.

 

servidores1992 (11).jpgManoel Maria Pereira de Araújo, também oriundo do primeiro concurso do TJAP, iniciou a carreira na Comarca de Amapá. “Naquela época, o Tribunal estava começando, tinha muito trabalho, mas foi muito gratificante”, observou. Pouco tempo depois, Manoel Maria passou no vestibular para cursar Direito, quando então conseguiu transferência para a capital, onde foi trabalhar no antigo prédio do Tribunal de Justiça, localizado na Rua Leopoldo Machado, chamado carinhosamente de “Tjapinho”.

servidores1992 (28).jpgA presidente do Sindicato dos Serventuários da Justiça do Amapá (SINJAP), Anne Marques, considera que os servidores oriundos do primeiro concurso são os “desbravadores do Judiciário do Amapá”, pois quando começaram, venceram todos os desafios do trabalho manual, sem as tecnologias que facilitam a atividade nos dias de hoje. Ela ressalta que os primeiros servidores foram pioneiros na luta sindical, responsáveis pela criação do Sinjap, em 06 de agosto de 1992.

“Parabéns a todos os servidores do Tribunal de Justiça do Amapá que completam 27 anos de dedicação, trabalho e compromisso com a Justiça. É o que o Sinjap deseja aos precursores, aqueles que estiveram à frente do Tribunal dando suporte aos membros do Poder Judiciário Amapaense para que nós pudéssemos hoje ser uma das melhores justiças do Brasil”, parabenizou Anne Marques.

Geraldo Majela, presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça do Estado do Amapá (SINDOJUS), destacou com orgulho que os oficiais de Justiça “são o elo entre o juiz e a sociedade”. Ele enfatizou também que sempre estiveram presentes exercendo o seu trabalho de norte a sul, de leste a oeste, na capital e em todos os municípios do Amapá, sem qualquer barreira de distância.

“A vocês guerreiros oficiais de Justiça, o nosso muito obrigado pelo excelente trabalho prestado à sociedade do Amapá. Desejamos felicidades, sucesso e que continuem cada vez mais firmes e fortes nesse propósito que se iniciou em 1992, mas que hoje continua com o mesmo rigor e com a mesma intensidade, de ver a Justiça cada vez mais célere para o jurisdicionado”, saudou o presidente do SINDOJUS.

servidores1992 (29).JPGA presidente da Associação Recreativa dos Serventuários da Justiça do Amapá (ASSERJUSAP), Elizeth Rodrigues da Silva, lembra que a história dos primeiros servidores se confunde com a história do TJAP. “Alguns destes servidores, há 27 anos, mudando de cidade ou de Estado, conquistaram o primeiro emprego. Outros mudaram do setor privado para o público, mas todos acreditaram num futuro melhor, promissor, de crescimento e oportunidades, e conquistaram”, afirmou.

A Justiça do Amapá apenas tem a agradecer a cada um dos serventuários que contribuiu e contribui, de uma forma ou outra e de acordo com sua formação e capacidade profissional, para iniciar e conduzir essa jornada que é levar a Justiça à população amapaense. Que seus exemplos inspirem muitos mais, dentro e fora do estado, proporcionando uma Justiça integrada não só com as pessoas que a compõem, mas com a sociedade a que serve. O Tribunal de Justiça do Amapá parabeniza cada um dos nomeados no primeiro concurso pelos 27 anos desta grande vitória.

- Macapá, 16 de abril de 2019 –

 

Assessoria de Comunicação Social

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