Nossa REVERÊNCIA para todos os professores

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 -Macapá, 16 de outubro de 2015-

Uma vida dedicada ao conhecimento, ao ensino e ao partilhamento das ciências. Mestre, professor, docente, tio, seja qual for a denominação que damos, o que importa é o grande significado que este profissional tem na vida de cada um.

 8Ser professor é sinônimo de acordar cedo, dormir tarde, programar conteúdos, pensar em aulas mais construtivas, usar slide ou o bom e velho quadro negro. O mestre do saber vive uma diária correria em busca de adquirir mais conhecimento e, principalmente, em repassá-lo. Essa é a rotina dos professores, esses profissionais abnegados que enfrentam todas as adversidades em prol de um bem maior: a construção da erudição, da cognição, das competências.

 3Ensinando geografia, português, matemática, história, inglês, atuando no ensino fundamental, médio ou superior, o professor sempre trabalhará para que seus alunos galguem uma carreira promissora. Sua dedicação é em função do amor à profissão que abraçou e aos ideais que o movem.

E nessa homenagem aos nossos mestres, seja aquele da infância ou da vida adulta, reverenciamos também quem acumula funções para distribuir o saber. Os professores estão em todas as áreas do conhecimento e na Justiça do Amapá não poderia ser diferente. São muitos os exemplos de quem concilia o amor pela magistratura e pelo magistério.

 1Entre os magistrados que compartilham seus conhecimentos com os alunos estão os desembargadores Carmo Antônio de Souza e Raimundo Vales; os juízes João Guilherme Lages, Diego Moura, João Matos Júnior, Ailton Vidal e Carlos Fernando. São magistrados que além de prestar seus importantes serviços ao Judiciário amapaense, também tem no magistério outro grande compromisso.

 2São exemplos de profissionais que buscam sempre ir além, dando respostas rápidas à sociedade através de suas decisões judiciais enquanto atuam como juízes e, pensando no futuro repassam suas experiências e conhecimentos adquiridos através do exercício da função de mestres.

E não são somente os magistrados que dão um show no compartilhamento de ensinamentos importantes para a construção do saber coletivo representando o Poder Judiciário.

 4Muitos servidores da Justiça do Amapá também atuam nas duas áreas e são exemplos de dedicação, como é o caso de Sônia Regina Ribeiro (GABINETE DA PRESIDÊNCIA), Márcio Pantoja (JUIZADO SUL), Antônia Veneranda (TAQUIGRAFIA), Mário Mendonça (ASPLAN), Francys Campos (DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE), Elizabeth Fergunson (COMARCA DE PORTO GRANDE), Manoel Maria (DEGESP) Klezer Paiva (TURMA RECURSAL) Richard Albert (SISTEMAS), Paulo de Tarso (SISTEMAS) Célio Augusto (6ª Vara Cível) Aila Maria da Silva (SERVIÇO MÉDICO), Clebson Espíndola (CLC), Marcos Mendes (JUIZADO NORTE), Paulo Grott (2ª VARA DE FAMÍLIA), Ladilson Moita (COORDENADORIA DA INFÂNCIA), Job Duarte Morais (ASPLAN), Manoel Vidal (ASTECIN), Renato de Sá (3ª Vara de Família), Arcélio Rogério (JUIZADO NORTE), Genner Moreira (DEINTEL), Francisco Boa (DEINTEL), Jonas Gil (DEINTEL), Aldenora Bicetre (DEINTEL) e Lianette Alencar (2ª VARA DO JUIZADO ESPECIAL VIRTUAL).

 9Além da Capital, há também exemplos de servidores do Judiciário que atuam como professores no Interior do Estado. Em nome das servidoras do Fórum da Comarca de Laranjal do Jari e professoras na rede pública de ensino, Lenira Fagundes, Marisete Gadelha e Elcione Gomes, nossas homenagens aos servidores e servidoras da Justiça do Amapá que também abraçaram o magistério.

Magistrados e servidores que com sua vocação abrem caminhos para compartilhar conhecimentos que transpassam a relação estudante-professor ou casa-escola, acompanhando os alunos para o resto da vida, posto que para sempre em suas memórias.

 7Profissionais que merecem todas as honras a eles criadas, pois têm o poder de tornar os sonhos do mundo possíveis, de promover um futuro melhor para as próximas gerações, de ser a luz para quem está na escuridão.

 6Mestres que ensinam e aprendem ao mesmo tempo, dão e recebem, e o que pedem em troca de seu empenho é que sejamos melhores do que já somos e repassemos isso às próximas gerações.

Ser professor é mais do que entrar numa sala de aula e, diante da reação da turma, muitas vezes, transformar o cansaço do cotidiano numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender. Ser professor é importar-se com o outro em uma dimensão que transpõe a si mesmo. Nesta profissão não há espaço para orgulho, egoísmo, mas, sim, para o cultivo da atenção, do amor e do cuidado com o outro ser humano. Ser professor é doar-se todos os dias, todas as horas. É caminhar muitas vezes sozinho conduzindo uma legião.

 5E por toda essa dedicação e renúncia que o Judiciário amapaense se orgulha de homenagear aqueles que aprenderam para ensinar, inspiram alunos e vivem para educar e formar bons profissionais. Professores que merecem muito mais do que notas azuis, merecem sim a nossa mais profunda, sincera e respeitosa REVERÊNCIA.

 

 

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