Duas décadas de prestação de serviços ao Poder Judiciário e ao cidadão amapaense

Em duas décadas de trabalho na Justiça Amapaense, o que não faltam são histórias de vida e aprendizado. A Assessoria de Comunicação conversou com alguns desses servidores que fazem parte da primeira turma dos aprovados no concurso público do Tribunal de Justiça do Amapá. Confira alguns depoimentos:

 

 

Servidor: Veridiano Colares- Diretor Geral

"Em 1991, nós fizemos o concurso para compor a primeira turma do Tribunal de Justiça. E o que me dá cada vez mais motivação para trabalhar é essa forma de crescimento que a gente sempre vem melhorando o nosso serviço, sempre olhando o que a sociedade quer. Os nossos gestores são muito felizes em ver o que o cidadão necessita. Sempre estamos inovando. Temos  pessoas com competência, com visão do futuro, com vontade de fazer a coisa acontecer".

Servidor: Salomé Salvador- Departamento: Secretaria da Seção Única

“Na minha carreira pública, esse foi o meu primeiro serviço. Passar no concurso, para mim, era como uma esperança e quando passei fui abençoada por Deus. Ao longo desses vinte anos, aprendi muito e fiz vários amigos. Sou feliz por participar dessa história”.

Servidor: Maria Margareth Coutinho- Departamento: Secretaria da Seção Única

“Quando soube que tinha passado no concurso, as emoções vieram à tona e fiquei muito feliz, senti-me realizada. Nesses vinte anos, a experiência e todas as felicidades que passei valem muito à pena”. 

Servidor: Rui Gonçalves Lima- Departamento: Secretaria da Câmara Única

“Quando eu passei no concurso, senti algo que tem como ser explicado da seguinte maneira: Algo revigorador, de felicidade, uma mistura de sentimentos bons de uma só vez. O que me completa é trabalhar em um ambiente prazeroso fazendo aquilo que gosto”.

Servidor: Márcia Meira- Departamento Judiciário

“Estudei bastante para chegar aqui e consegui. Não tem felicidade maior do que o da conquista. Nesses vinte anos, aprendi muito e continuo aprendendo”.

 Servidor: Eneide Quintas- Departamento Judiciário

“Muitas emoções. Conquista realizada com muito estudo. Nós aprendemos a todo tempo e a qualquer instante e sempre será gratificante”. 

Servidor: Paulo Fernando Guedes Côrrea- Departamento: C.P.L

“Os meus primeiros dias de trabalho foram muito bons. Penso nesses vinte anos de trabalho e é gratificante saber que eu participei da instalação do TJAP. Conquistei muitas amizades e sinto-me feliz por participar desta família”.

Servidor: José Adelson Pantoja- Departamento: C.P.L

“Quando eu passei no concurso do TJAP, na época, eu fui designado a trabalhar no Laranjal do Jari, ou seja, passei primeiro pelo interior para depois parar na sede. Ainda pensei em desistir no início, pois era muito difícil, não só eu como várias pessoas, mas resistimos e hoje estamos aqui ajudando a construir e relembrar esta história”.

Servidor: Pedro Lobato da Silva- Departamento de Informática e Telecomunicações

“Lembro de quando comecei. Havia apenas um computador no TJAP. Hoje nós temos um avançado sistema de informações e eu pude acompanhar toda esta mudança. Trabalhar nesta instituição é gratificante”.

Servidor: Nilce Lima- Departamento: Contabilidade

“Uma conquista e realização de um sonho, eu vi esse Tribunal começando e sinto-me satisfeita por todo esse tempo trabalhado. Tive oportunidade de, também, contribuir para essa história e fico feliz por isso”.

Servidor: Záira Picanço- Departamento: Contabilidade

“Quando eu comecei criei muitas expectativas e trabalhar aqui me surpreendeu, assim como continua me surpreendendo. Tive a oportunidade de entrar para o quadro federal, mas para isso teria que sair do TJAP, eu neguei e não me arrependo pela escolha que fiz”. 

Servidor: Yolanda Santos- Departamento: Corregedoria-Geral da Justiça

“Quando o TJAP começou, eu fui designada a dar posse aos desembargadores na época. Trabalhei até 99 e, logo em seguida, me aposentei. Sinto-me feliz por ter ajudado a criar este orgão.

Servidor: Maricleuma Banha Correa- Departamento: Secretária da Corregedoria

“Quando eu entrei, foram várias mudanças, aconteceu tanta coisa. Passei por três Varas Judiciais, depois por seis a sete setores até chegar aqui. Todos os dias nós nos renovamos e, nesse período, construí e conquistei amizades, pessoas especiais que levarei para a vida toda”.

Servidor: Luiza Duarte- Departamento: Secretária da Corregedoria

“O TJAP para mim é minha segunda família. A experiência profissional que ganhei e que continuo ganhando é gratificante. Os meus amigos, muitos deles, vieram do meu convívio de trabalho”.

Servidor: Ariadna Borges- Departamento: 2ª Vara Cível do Fórum de Macapá

“Significa crescimento profissional e pessoal. Foi um tempo de dedicação e alegria por trabalhar no judiciário amapaense. Naquela época, nós ingressamos como a primeira turma e nós não tivemos cursos. Não teve ninguém pra ensinar a gente a trabalhar. Tivemos que ter muita coragem e dedicação pra aprender aos poucos o trabalho. Nós utilizávamos máquinas de escrever nas audiências, nos termos, nos mandatos... Tudo tinha que ser datilografado repetidas vezes”.

Servidor: Salete Fernandes- Departamento: 2ª Vara Cível do Fórum de Macapá.

“É toda uma evolução. É diferente da atividade que eu exercia antes. Eu era comerciária. Então era tudo novo. A teoria que eu aprendi pra fazer o concurso, na prática, é bem diferente. Então foi um pouco difícil, todo mundo ia se ajudando, aprendendo, lendo.  Minha satisfação no Tribunal é ter acompanhado toda essa evolução. E também evoluir pessoalmente”. 

Servidor: Gisele Benjamim Gomes - Departamento: 5ª Vara Cível do Fórum de Macapá

“Os instrumentos de trabalho eram todos rudimentares e difíceis. Anotávamos em livros entrada e saída de documentos. Aí houve as mudanças, como a implantação dos computadores. Fizemos cursos de digitação e nos preparamos para ter acesso a esse novo modelo de trabalho. O tempo todo, o Tribunal está investindo numa prestação de serviço de qualidade”.

Servidor: Tânia Pessoa - Departamento: Manutenção do Fórum de Macapá

“Eu comecei a trabalhar naquele prédio da Leopoldo Machado. É muito bom ver a evolução que houve. Participei da implantação da Quinta Vara Cível, da Vara da Violência Doméstica e da Vara da Família. É essa a lembrança que eu tenho. Ver o Tribunal depois de vinte anos, com toda essa tecnologia é muito bom”.

Produção: Assessoria de Comunicação Social

Macapá, 26 de abril de 2012

 

 

 

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